Casa cheia e barulhenta. Entre e sai incessante, misturando assuntos e selando parcerias.
Trocando, criando e transformando as visões do novo mundo.
Noites tristes ou alegres, celebradas com furor do alcool às outras drogas para adormecer o mal da dor.
Porta aberta pro amor, mas nem sempre é ele o visitante. De tão tolo o coração, desviou-se a intenção!
Desde sempre o entra e sai que prá todos uma ilusão.
Nada, nada, nada preenchia o vazio eternamente presente.
Todos somos solitários, enquanto buscamos de fora. E daquilo que recebemos, nada basta aos nossos distantes alentos.
Mundo terra, mundo físico: grande embalo pra dormir e adiar o desafio...
Companheiros de estrada, desde cedo até o fim.
Cada um fez sua jornada com a sobra do festim!
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