Não vim ao mundo para contemplar, vim para causar. Pouco dormi, muito trabalhei Eu não sento e espero, eu faço. Muitos me temem, com poucos compartilho Não sou dessa terra, sou do universo Não sou de assistir, sou de me apropriar, do tempo e da vida Eu penso excessivamente É, sou diferente, estranha, difícil
terça-feira, 17 de novembro de 2020
O chamado
Esta noite senti o invisível presente Os fluídos da vida, da existência, do universo
Meus sentidos estavam apuradíssimos
Ouvi o barulho interminável do silêncio
A voz da vida me atiçando
A presença do vazio e da escuridão me chamando
As urgências aceleradas
O aparentemente simples em altamente complexo e assustador
Foi uma epifania arrasadora
Tive medo do instante da morte!
É preciso esvaziar o saco
Perder a hora
Deixar cair
Nao segurar, soltar, deixar rolar
Rio encontrar o mar
Insignificar
Relevar
Escorregar
Calar, silenciar, aquietar
Perder, esquecer e desintegrar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário