Ela está sempre comigo, mas evito seu olhar.
É um cheiro, uma palavra, um lembrança, tem sempre algo a me cercar.
Tenho medo de sucumbirQuero chorar, quero sentir
Sentir a perda, a tristeza, a saudade, a dor
Mas me retraio. Não sei se me fará bem.
Receio o aumento do volume das minhas células doentes e ressentidas.
Mas esse aperto dói, gostaria de não represa-lo, deixar correr meu mar de lágrimas, ter o aperto na garganta, a coriza escorrendo como uma cachoeira e por fim ter a cabeça latejando, pesada e dormir...

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