As folhas caem
|
Velhas ou novas
|
Lentas, mas vertiginosamente
|
Ao encontro de uma nova forma de vida
|
Da transformação
|
Não resmungam, não lamentam
|
Apenas seguem e cumprem
|
O ciclo natural e imponderável da vida.
|
Assim, cá estou eu,
|
Num esforço infindável de aceitar
|
Minha folha valiosa, que tanto me ensinou, que muito compartilhei e
amei, e que precisou partir.
|
|
Saudade
|
Minha branquinha
|
Que vazio ficou!
|
Com quem conversar?
|
Pra onde eu vou?
|
Quero te amar pra sempre
|
Que dor!
|
Que dor!
|
Descansou da luta da vida
|
Da dor, da angústia e da solidão
|
Da dificuldade de viver, de compreender
|
Que seu espírito descanse em paz e na luz, que encontre o amor e o
amparo tão desejado e merecido.
|
Não vim ao mundo para contemplar, vim para causar. Pouco dormi, muito trabalhei Eu não sento e espero, eu faço. Muitos me temem, com poucos compartilho Não sou dessa terra, sou do universo Não sou de assistir, sou de me apropriar, do tempo e da vida Eu penso excessivamente É, sou diferente, estranha, difícil
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Partida
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário