Abri a porta: medo, vergonha, urgência e esperança.
Nessa ordem!
Minha teta me pertence!
A alegria, a saúde e a paz me aguardam.....demoro...mas vou lá!
Chega, acabou, pára tudo que eu quero descer!
Desse bonde pro inferno, vou pular
Assustador o espelho me mostrar a longa estrada percorrida e repetida...doente, leprosa e decadente...
Preciso urgente acordar, pois senão a morte vou encontrar!
Do começo ao recomeço:
Papai, mamãe, digam não para essa culpa sem razão.
E não me contem seus desatinos camuflados
Me excluam desse ranço visceral
E se livrem de seus medos doentios.
Preciso à liberdade encontrar!
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